• Margarida Ferreira Pinto

O Dia da Mãe, agora em Estado de Calamidade

Atualizado: Jun 11


Antes de mais… Feliz Dia da Mãe a todas as mães: as que estão por perto, as que estão longe e ainda aquelas que apesar de estarem longe, estão sempre perto.


Precisamente naquele que é o Dia da Mãe, entrou também em vigor em Portugal o Estado de Calamidade devido à COVID-19.


Muitos ficarão confusos sobre as diferenças entre o Estado de Emergência e o Estado de Calamidade. Podemos dizer que, na prática, deixa de existir o recolhimento obrigatório e o dever especial de proteção para determinados grupos de pessoas consideradas de risco e passa a existir um “dever cívico de recolhimento domiciliário”.


Mas em concreto o que é que se mantém?

Deveremos continuar a manter o distanciamento físico e a seguir as recomendações da Direção Geral de Saúde quanto à higienização das mãos.


E o que é que muda?

Como já referimos anteriormente, passará a ser obrigatório o uso de máscara nos:

- transportes públicos;

- serviços de atendimento ao público;

- escolas;

- estabelecimentos comerciais e,

- serviços abertos ao público.


Nos estabelecimentos abertos, nomeadamente em cabeleireiros e manicures, o atendimento será por marcação prévia.


Para além da continuação do teletrabalho e da lotação máxima dos transportes a que já demos destaque anteriormente, relevamos ainda uma situação que mereceu a nossa especial atenção no dia de hoje.


Infelizmente, nos últimos tempos, alguns filhos não puderam prestar a última homenagem à sua mãe. Contudo, nos próximos dias avizinha-se a possibilidade da presença de familiares nos funerais, quando até então estavam reduzidos a um número muito limitado de pessoas. Esta mudança ajudará, decerto, a suportar melhor a dor de quem tem de fazer o luto dos seus familiares.

Em suma, este será um processo gradual: a partir de amanhã reabrirão os cabeleireiros, manicures, livrarias, comércio automóvel, bibliotecas e poderemos voltar a praticar individualmente desporto ao ar livre.


Depois de vários amanhãs, quiçá, a normalidade acontecerá.

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